Força Jovem Alagoas
Vos escolhi porque sois fortes…
Vos escolhi porque sois fortes…
Sep 1st
Sendo um ato de amor, o perdão é ilimitado. O Senhor Jesus, respondendo a Pedro, usou uma figura de linguagem para explicar que se deve perdoar tantas vezes quantas forem necessárias (setenta vezes sete – que significa um número sem limites).
O pecado é como uma doença da qual procuramos nos livrar quantas vezes venha sobre nós. Da mesma forma são os ressentimentos não repelidos do coração: precisam ser extintos cada vez que encontrarem receptividade.
Quantas vezes o Senhor Jesus teria perdoado Judas? Quantas vezes Ele o teria visto roubando dinheiro da sacola de ofertas? Quantas vezes Judas teria se sentado ao Seu lado, com o coração cheio de más intenções?
Judas, no entanto, nunca aceitou o perdão do Senhor e, por causa disto, ele se autodestruiu. Assim também é o perdão de Deus, continuamente estendido à humanidade: enquanto os homens não o aceitam, ficam confinados à sua própria destruição, pelo seu próprio julgamento!
Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Macedo
Via Arca Universal
Sep 1st
O grupo Força Jovem da Igreja Universal do Reino de Deus do bairro do Brás, zona leste de São Paulo (SP), deu início ao curso de “Ministério Pastoral” para jovens, membros da Igreja em todo o estado, que desejam servir a Deus como missionários fora do Brasil.
Semelhantemente do que é realizado pelo bispo Renato Cardoso, no Texas (EUA), as aulas acontecem duas vezes por semana e contam com professores pastores, que ministram orientações em espanhol, com a finalidade de capacitar os alunos a realizar reuniões na língua espanhola.
Com duração de 6 meses, o curso teve uma aula inaugural no último dia 12, com a presença de aproximadamente 70 alunos. Durante o encontro, eles receberam orações do responsável pelo Força Jovem no País, pastor Jean Madeira, que ressaltou a importância de se pregar em outros países.
Para o coordenador do projeto, Diego Madeira, os jovens que concluírem o curso serão fortes candidatos a atuarem como missionários no exterior, pois além do desejo de servir a Deus, eles terão um diferencial que será o domínio do espanhol. “Muitos pastores que saem do Brasil enfrentam dificuldades de adaptação a uma nova língua e acabam atrasando a propagação do Evangelho. Agora, eles já irão com o conhecimento básico da língua, prontos para orar, pregar e fazer a vontade de Deus”, explica.
Um dos professores que ministram aulas de espanhol aos alunos é o pastor boliviano, Carlos Uchoa. Ele diz que os jovens têm mostrado disposição para o aprendizado e também para esclarecer dúvidas espirituais que colaboram para o preparo dos futuros missionários. “Eles se esforçam bastante para aprender e se mostram interessados. Quando surge alguma dúvida acerca do ministério pastoral nós orientamos e as aulas se tornam cada vez mais proveitosas”, declara.
O gerente, Wilian Cristiano Gomes, de 27 anos, mora na Praia Grande, litoral Sul de São Paulo, e não mede esforços para comparecer ao curso toda semana. Ele conta que reorganiza seu horário de trabalho para chegar aos encontros na hora certa e que os 80 quilômetros de distância não são empecilhos para que o objetivo dele se concretize. “Eu cheguei à Igreja frustrado na vida sentimental e espiritual. Deus me ergueu e mudou a minha vida. Hoje sou casado e tenho uma vida estável. Essa é a razão por eu estar participando desse projeto, pois quero entregar minha vida no altar de Deus como forma de gratidão por tudo o que Ele fez por mim, sem me importar com o esforço que terei de fazer para agradar a Deus e, futuramente, servi-lo”, afirma.
Por enquanto, o curso está sendo feito somente em espanhol, mas de acordo com Madeira, ainda este ano serão abertas as inscrições para o módulo em inglês. “Nosso objetivo é preparar cada vez mais jovens para que a Palavra de Deus seja anunciada a toda a criatura, em diversas línguas”, finaliza
Sep 1st
Medo é um estado de perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente, ou da presença de alguma coisa estranha. A dúvida é o elemento gerador do medo. Não só do medo, mas de todas as fraquezas humanas. A dúvida também é a mãe das preocupações, dos ciúmes doentios, das desconfianças, dos receios.
O medo de perder tem impedido a pessoa de agir. Assim, os fracassos do passado têm emperrado o avanço na conquista do futuro. Quem se mantiver longe da dúvida, também se manterá longe da derrota.
Daí a razão da fé. Fé é certeza.
Assim como a dúvida é resultante da ação de um espírito maligno, a fé inteligente é a ação do Espírito de Deus. Ele jamais conta com o tímido ou medroso para Seus projetos. Antes, tem escolhido pessoas que confiam nas Suas promessas como o fizeram no passado os heróis da fé.
Quem nEle crê não tem medo nem se intimida diante dos desafios da vida. Ao contrário: duvida do sucesso do mal. Isto é, duvida da própria dúvida!
“…a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará.” (Habacuque 2:3)
(*) Bispo Edir Macedo
Via Arca Universal
Aug 26th
Quando a conheci, tinha 16 anos. Ela, eu não sei. Fomos apresentados numa festa por um carinha que se dizia meu amigo. Foi amor a primeira vista. Ela me enlouqueceu. Nosso amor chegou ao ponto de que já não conseguia viver sem ela, mas era um amor proibido.
Meus pais não aceitavam. Fui repreendido na escola e passamos a nos encontrar escondidos até que não deu mais. Fiquei louco, eu a queria mais não a tinha. Eu amava.
Bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. Estava louco, precisando dela;
Hoje tenho 39 anos, estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais e amigos e por ela. Seu nome: “cocaína” , Seu apelido “crack”
Meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte devo a ela.
Aug 26th
A revolta é uma energia. Serve para o bem ou para o mal, depende de quem a dirige. A maioria das pessoas revoltadas tem usado essa força para o mal. O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.
O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.
Imagine essa revolta a serviço de Deus! O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças. Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.
Faça um teste. Coloque sua revolta a serviço de Deus. Sua revolta vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!
Fonte: Blog do Bispo Macedo
Aug 26th
Por Katia Mello
katia.mello@folhauniversal.com.br
Não pedir perdão, agir com arrogância e humilhar: como essas atitudes deterioram o ambiente de trabalho e famílias. E mais: um teste para você saber se é soberbo
Nossa rotina não está imune a mal-entendidos. Uma frase áspera, um gesto impulsivo ou uma pequena discussão fazem parte do dia a dia. Mas o que geralmente é contornado com algum tempo e uma pequena conversa pode durar muito mais do que o recomendado quando o orgulho entra em cena. Uma história ocorrida com um rapaz de São Paulo ilustra bem isso. Ele discutiu com a mãe e ela disse que, se ele tornasse a chegar tarde em casa, trocaria a fechadura para o jovem nunca mais entrar. Ao voltar de um encontro com amigos, o homem tentou colocar a chave algumas vezes e, como não conseguiu e não obteve resposta aos chamados e à campainha, foi embora para nunca mais voltar.
Casou-se, teve filhos e só encontrou a mãe de novo quando ficou sabendo que ela estava doente, mais de 10 anos depois. A pergunta dele foi: “Mãe, por que a senhora fez aquilo comigo? Trocar a fechadura!” E ficou sabendo que ela não tinha trocado nada. Na verdade, a chave dela tinha quebrado na porta e ela tinha saído para procurar um chaveiro. Certamente nenhum deles acha que valeu a pena.
“Os psicólogos norte-americanos Robert Enright e Joanna North definiram o perdão como ‘um desejo de abandonar o direito próprio ao ressentimento, julgamento negativo e comportamento indiferente direcionado à pessoa que injustamente nos feriu, ao mesmo tempo em que se promove a compaixão, a generosidade e, até mesmo, o amor por tal pessoa’. Muitas
vezes a pessoa recusa-se a perdoar por entender que isso demonstraria que quem a feriu estaria certa”, avalia Giovana Del Prette, psicóloga comportamental e professora de pós-graduação do Núcleo Paradigma, em São Paulo. O orgulho é justamente essa incapacidade de perdoar.
“A arrogância, assim como o orgulho e a soberba, é como uma máscara para o ser humano. Quem se coloca nessa posição quer esconder algum tipo de dificuldade, como insegurança, carência, ou até mesmo narcisismo, uma necessidade de ser admirado e respeitado. É um comportamento artificial”, afirma a professora Ana Magnólia Mendes, psicóloga da Universidade de Brasília.
Não são apenas as relações familiares que são afetadas pela arrogância. “Em muitos casos a pessoa não se sente realmente competente, é insegura e
acaba descontando nos demais. E quem trabalha com esse indivíduo tem que aturar esse comportamento”, diz Roberto Heloani, professor titular de Psicologia do Trabalho na Universidade Estadual de Campinas.
A atendente Rafaela Pereira dos Santos, de 20 anos, foi humilhada por uma
cliente descontente com um produto adquirido na loja em que trabalha. “Ela pediu para trocar um porta-perfume justificando que estava vazando e nós trocamos. Ela começou a ficar nervosa e a falar que já era a segunda vez que estava trocando aquele produto e que era minha obrigação fazer a troca, que eu sou atendente e paga para fazer esse serviço”, conta Rafaela, que preferiu ficar quieta e dar razão à cliente, mas nunca esqueceu “o jeito como ela falou”.Inserir alguém em uma situação humilhante ou de desprezo faz parte da índole de um arrogante. O churrasqueiro José Valdir Nascimento, de 34 anos, também teve problemas com clientes mal-educados. “Preparei uma bisteca para um rapaz que devolveu
reclamando que estava crua. Pus novamente na churrasqueira, assei e mandei para a mesa. Ele veio me devolver e disse que era para eu mandar aquela porcaria para a minha mãe comer. Só que a minha mãe mora lá no Ceará. Não dá, né?”, brinca Valdir. Em muitos casos, o bom humor é mesmo a melhor saída. “No caso de um cliente, o melhor é ignorar mesmo, deixar passar. Porém, no caso de um chefe ou colega, a pessoa tem de conversar e resolver”, diz Ana Magnólia. Gerlania Evangelista, de 21 anos, passou por isso. Ela trabalhava como balconista em um restaurante que tinha como costume servir lanches aos funcionários. Um deles comeu o último e foi humilhado pelo patrão. “O chefe começou a gritar e ameaçar”, lembra.
Nos tempos atuais,
infelizmente a arrogância parece estar se tornando uma conduta mais comum no mundo corporativo. “É uma característica que vem sendo notada entre os jovens que estão embarcando no mercado de trabalho. São pessoas com nível diferenciado de educação, que se acham mais espertas do que a maioria, demonstram impaciência com os processos de seleção e até dentro da
empresa e não parecem dispostos a conhecer o universo alheio”, diz a psicóloga Adriana Gomes, professora de pós-graduação na Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo. “Esses profissionais costumam ter mais dificuldade de acesso a empregos, pois são menos tolerantes e flexíveis e as empresas buscam, hoje em dia, pessoas que saibam trabalhar bem em grupo”,
afirma Adriana.
Lidar com um arrogante não é tarefa fácil, mas Ana Magnólia tem algumas dicas: “Diga ao setor de Recursos Humanos que está tendo dificuldade de relacionamento e eles tomarão uma atitude, que pode ser até aconselhar uma terapia”, orienta a especialista.
Fonte: Folha Universal
Aug 26th
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) da Namíbia, na África Austral, realizou recentemente um dia especial aos jovens daquele país. Uma multidão lotou o Sam Nujoma – o maior e melhor estádio de futebol da Namíbia – e participou de diversas atividades, dentre elas jogos de futebol, apresentações de dança e música, sorteios de bicicletas, MP3, celulares, bolas e vuvuzelas.
Como no Brasil, os jovens namibianos se reúnem semanalmente para participar de reuniões, eventos, evangelização, criação de atividades culturais e confraternização.
Na oportunidade, o bispo Celso Júnior, responsável pelo trabalho evangelístico no país, realizou orações pelos participantes e abençoou o Grupo Jovem local. Ele disse que alguns dos maiores problemas apresentados pelos jovens que chegam à IURD são desemprego, drogas, criminalidade e contaminação pelo vírus HIV. Além disso, acrescentou que eventos como esse são de extrema importância. “Isso mostra que nos importamos com os jovens, que valorizamos seus talentos e os motivamos a desenvolvê-los. Nossos jovens são o futuro do país e o futuro da nossa igreja”, afirmou o bispo.
A IURD na Namíbia conta com 18 igrejas e está em processo de crescimento. Sua sede está situada à 32 Independence Avenue, Windhoek.
Fonte: Arca Universal
Aug 25th
O perdão é fruto da ação do Espírito Santo em nós. Uma pessoa não pode perdoar outra perfeitamente se não houver da parte do Espírito de Deus uma ação direta no coração da ofendida, capaz de convencê-la a isentar de culpa ou perdoar quem a ofendeu.
É verdade também que o Espírito Santo, sendo Agente do perdão, produz em nós o arrependimento, através do convencimento do pecado, livrando-nos de guardar ódio, rancor ou qualquer ressentimento de alguém.
O perdão independe do arrependimento
É evidente que o princípio do perdão funciona independentemente do arrependimento, haja vista ser uma ação unilateral, ou seja, tem de partir da pessoa ofendida, ainda que o ofensor não tenha tomado qualquer atitude no sentido de receber o perdão.
Isso porque exprime uma qualidade, segundo o caráter do próprio Deus. Consideremos o procedimento do Senhor Jesus, já pregado na cruz, quando disse, referindo-Se aos Seus próprios adversários e assassinos, que d’Ele escarneciam: “…Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem…” (Lucas 23.34).
Ele não só orou por eles como também os defendeu diante do Pai! Um caráter assim se encontra apenas naqueles que têm as suas emoções controladas totalmente pelo Espírito Santo.
Da mesma forma aconteceu com Estêvão, que, enquanto estava sendo apedrejado, orou: “…Senhor, não lhes imputes este pecado! Com estas palavras, adormeceu.” (Atos 7.60).
Quantas vezes, enquanto estamos sendo também apedrejados, no sentido figurado, oramos pedindo vingança, justiça, fogo do céu, o peso da mão do Senhor, etc.?
Mas o autêntico cristão reage diante do ódio e das ofensas recebidas com o mais profundo amor, em forma de oração e perdão. Mas como pode o perdão ocupar o lugar da ira?
A personalidade humana é fruto do meio em que vive, ou seja, da sociedade materialista reinante neste mundo, e isso cria no homem o sentimento de autodefesa, do tipo “olho por olho, dente por dente”.
Deus, conhecendo a natureza humana, até permite que o cristão venha a se irar, devido às circunstâncias, sem que essa ira seja pecado, conforme vemos: “Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai.” (Salmos 4.4); “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.” (Efésios 4.26,27).
Observamos que a ira em si não é pecado, desde que seja momentânea. Todos os seres humanos estão sujeitos a ela; os cristãos, por mais espirituais que pareçam, são passíveis dessa reação natural, fruto das suas emoções.
Ela não pode, entretanto, ultrapassar uma noite e continuar no outro dia. Permanecendo a ira, é como se abrisse um espaço no coração para o diabo. Como agir, então, mediante a ofensa de alguém?
Se o amigo leitor não consegue controlar as emoções de ira, é melhor esperar os momentos de tensão nervosa passarem e, então, parar e analisar cuidadosamente as circunstâncias que produziram a situação.
Procure levar em consideração o motivo do ofensor, colocando-se no lugar dele, e certamente o Espírito Santo fará a Sua parte na retirada daquela ira.
Tudo isso é muito difícil de colocar em prática, quando a pessoa não está realmente interessada em viver o cristianismo e pautar a sua vida pelos padrões bíblicos. Quando, entretanto, deseja sinceramente andar nas pegadas do Senhor Jesus, então nada nem ninguém poderá impedi-la.
Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Macedo
Via Arca Universal
Aug 23rd
Uma das coisas que mais separa uma pessoa de Deus é o pecado. Quando ela vive perto do pecado, ela está nas trevas; quando ela vive longe do pecado, ela está na luz. Isso porque a santidade atua na luz. Já o pecado gera a morte.
Enquanto a pessoa não abandona o pecado, ela vive nas trevas. Alguém pergunta: “se eu cometo pecados, ainda que eu esteja dentro da igreja, eu estarei agradando às trevas?”. Sim! Mas vale lembrar também que você pode ter cometido o pior dos crimes. Se você fizer o que a palavra de Deus diz, será salvo.
“Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” ( 1 João 1:5)
Quando a pessoa se volta para Deus, o interior dela se ilumina, se acende. Você deve conhecer pessoas perto das quais você se sente bem. Quando ela fala você acalma o seu coração, você se sente mais forte. Quando Jesus falava, os corações voltavam a ser criança. A prostituta virava uma mulher santa. O bandido virava homem de Deus.
“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. ” (1 João 1:8-9)
Não importa qual tipo de pecado você cometeu. Se você confessá-lo diante de Deus e se arrepender desse pecado, então o sangue de Jesus vem e te lava, purifica a tua mente. Quando Ele derramou o sangue no calvário era para lavar a nossa alma de toda a sujeira.
Você quer vencer o diabo? Confesse os seus pecados, se arrependa dos seus pecados. O sangue de Jesus virá sobre você.
Deus os abençoe
Bispo Sérgio Correa
Fonte: Catedral de Maceió
Aug 23rd
Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos se preparando para o passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado. Durante o segundo ano da viagem encontraram um lugar ideal! Por aproximadamente seis meses limparam a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Então, descobriram que tinham esquecido o sal. Um piquenique sem sal seria um desastre, concordaram todas.
Após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas. A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou. Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família consentiu e a pequena tartaruga saiu. Três anos se passaram e a pequena tartaruga não tinha retornado. Cinco anos… Seis anos… Então, no sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha não aguentava mais conter sua fome: anunciou que ia comer e começou a desembalar um sanduíche.
Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou: “Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal !!!”
Descontando os exageros da estória, na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma. Nós desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de fazer nossas próprias coisas.
Fonte: Arca Universal